Foto 2D não tem espaço
A fotografia mostra o que estava ali, mas não onde, nem a que distância de tudo o mais.
Registro, visualização e análise forense com ambientes virtuais imersivos
Do local de crime ao tribunal: a cena inteira, medida e selada — e aberta em realidade virtual para quem precisa entendê-la.
O local de crime existe por algumas horas. Tudo o que não for registrado com espaço, escala e integridade vira, mais tarde, uma pergunta sem resposta.
A fotografia mostra o que estava ali, mas não onde, nem a que distância de tudo o mais.
O desenho resume a cena, mas não sustenta medida — e não dá para voltar e medir de novo.
Depois da liberação do local, nenhum registro adicional é possível. O que ficou é o que existe.
Isto não é uma ilustração: é uma captura feita com celular, processada pelo SiRVA e aberta aqui, no seu navegador, como o perito a vê. Aproxime da mesa — a arma e o celular estão lá.
Seis etapas encadeadas. O dado entra uma vez e atravessa todas, com o mesmo hash e a mesma trilha.
Celular, câmera, drone ou scanner LiDAR.
Processamento na nuvem ou local: a cena volta navegável.
~150 campos, preenchidos em paralelo à captura.
2D para medir e anotar; VR para entrar na cena.
Cada arquivo e cada ato numa trilha encadeada.
PDF selado, com QR que abre a cena do papel.
A equipe usa o equipamento que já tem. O SiRVA guia a captura no aparelho e cuida do resto na nuvem.
* Importação de nuvens de pontos em formato compatível (.ply, .las, .e57).



O SiRVA declara a precisão de cada captura em milímetros por metro, apurada com o gabarito físico fotografado na própria cena — número medido, não estimado. Nas capturas de campo, o resultado ficou dentro da faixa excelente, que vai até 10 mm/m.
O padrão de recognição que a casa já usa, no celular. O dado entra uma vez, no campo — mesmo sem sinal — e chega ao relatório sem transcrição.

Cada arquivo e cada ato entram numa trilha encadeada que o banco recusa alterar — inclusive pelo administrador.
a3f5…9e1cc8d4…7e6c9f02…b41aUPDATE ✕Gerado do formulário preenchido, com hash de custódia. O QR impresso abre a cena 3D — do papel para o ambiente.


O perito caminha dentro da reconstrução — e o delegado, o promotor e o júri também, sem ninguém voltar ao local.
Captura, medição e custódia são as mesmas. O que muda de um uso para outro é o formulário — conteúdo, não desenvolvimento.
Dinâmica do fato, posição da vítima, disposição dos vestígios.
O corpo na mesa de necropsia, com escala, e as lesões localizadas.
Posição final dos veículos, frenagem, ponto de impacto.
A edificação antes da remoção de escombros.
O estado do local antes da intervenção.
Áreas degradadas e descarte irregular, por drone.
Estado anterior à obra e patologias construtivas.
Reconstituição de acidentes e análise de layout.
Avarias e perdas com medida auditável e data comprovada.
Prova do estado anterior de bem tombado.
Cenas reais na academia de polícia, sem encenação.
Uma contratação dilui o custo entre finalidades — e muda quem aprova.Polícia Civil, Polícia Científica, Bombeiros, Trânsito e Defesa Civil na mesma plataforma, cada um com seu formulário.
Projetada sobre os art. 158-A a 158-F do CPP, com registro encadeado de cada ato.
Controle de acesso por caso e trilha de auditoria.
Procedimento digital alinhado ao que o Código exige do local do crime.
Formulário mapeado sobre o POP da PC-PI e o padrão PCPR/Curitiba.
Demonstração personalizada para delegacias, DHPP, institutos de criminalística e Bombeiros — com a cena que você escolher.